Cantar ou falar com timbre, pressupõe que transformemos a nossa voz num produto de qualidade, que atraia e cative os outros. Naquilo que nos diz respeito, pretendemos que a nossa voz se torne num produto artístico, que possa transmitir algo de essencialmente belo e emotivo, que empreste algum "glamoor" ao "espaço" socio-cultural em que nos encontremos. A nossa voz é, de facto, a nossa identidade, aquilo que somos e que sentimos nela se reflete. No video em cima, temos, em Susan Boyle, um exemplo do que é ter presença em palco, acreditar em nós mesmos e acreditar que somos capazes.
Grande Abraço a Todos
Cristóvão Ramalho

A vóz não é um 'produto'. Isso é o Óleo Fula. 'um produto artístico'? Só no Museu Andy Warhol, mas era pintor e os pintores não falam. Gostei muito de 'transmitir algo de essencialmente belo e emotivo, que empreste algum "glamour"(com u) ao "espaço" socio-cultural'. Vamos ao trabalho!
ResponderEliminarA Voz, em si mesma, não é, de facto, um produto, é um recurso precioso que nos foi dado e que devemos potenciar e estimar. Mas, ao querermos transformar a nossa voz num instrumento de transmissão de arte - enquanto instrumento musical - estamos a transformá-la num produto artístico, que se pretende de primeira qualidade - o público assim o merece.
ResponderEliminarGrande Abraço.
Cristóvão Ramalho
Saudações. Tenho que discordar com o "anónimo", a voz pode ser considerada "um produto", pois ao comprarmos os cds dos nossos artistas preferidos, fazêmo-lo, essencialmente, pela qualidade da voz, estamos a "comprar" a voz enquanto produto.
ResponderEliminarP.S. - Caro maestro, um aparte, já pode acrescentar ao seu perfil "Coral Polifónico de Tábua" :)
A voz é um dom. Que 'mania' de transformar tudo em compra e venda. A voz é como um chilreio de pássaro, como o som do vento, onda do mar, palavra de oração, é o rosto da alma e da cultura. E.g. A voz da Amália é pátria, não é produto.
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